Clamando Pela Questão

(Petitio Principii)

Ocorre quando as premissas são tão questionáveis quanto a conclusão alcançada.

"Sócrates tentou corromper a juventude da Grécia, logo foi justo condená-lo à morte"

Usamos a conclusão que estamos tentando estabelecer, como componente ou suporte de uma das premissas. Ou seja, se reescreve a conclusão e a usa como premissa.

"Eu não sou um marginal, porque não fiz nada de criminoso."

"A mulher que teve a infelicidade de se casar com um corno, só pode se consolar dormindo com todo mundo." (Sacha Guitry)

Uma forma de se combater este tipo de falácia é reescrever o argumento em sua forma padrão que demonstre bem a sua circularidade:
"Em outras palavras, você está dizendo que se X é verdadeiro, então é porque X é verdadeiro"

Uma outra situação comum, embora nem sempre constituindo um argumento, ocorre quando alguém tenta explicar um evento por sua definição:

- "Professor, o que é fluturar?"
- "É a propriedade dos objetos que não afundam na água."

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